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Empresa de Bill Gates que voltar a ter seu navegador no topo e investe pesado em um superlaboratório dedicado apenas no IE.

120 máquinas exclusivas para testar o desempenho do navegador. (Fonte da imagem: Divulgação/Bulding Windows 8)

O Internet Explorer é, há 15 anos, o navegador mais usado no mundo. Mas desde o lançamento do Chrome, o browser tem tido uma queda vertiginosa no número de usuários, o que somado ao grande número de usuários do Firefox e de outros navegadores, está prestes a tirar o IE do topo do ranking de navegadores mais usados no mundo.

Prevendo reverter o quadro, a Microsoft elabora uma estratégia pesada de desenvolvimento de seu navegador, chegando ao ponto de criar uma mini Internet própria para trabalhar na criação e aprimoramento do Internet Explorer 10, o próximo lançamento da empresa no mercado de browsers. Com o objetivo é fazer do IE10 o mais rápido do mundo em qualquer situação, foi criado o Internet Explorer Performance Lab.
Simulação da vida real

O laboratório dedicado ao desempenho do IE foi anunciado em uma publicação no blog Bulding Windows 8. Lá, Steven Sinofsky, representante do Internet Explorer, conta que para aumentar a confiabilidade na hora de medir o desempenho de um navegador ao longo do tempo, é necessário criar um ambiente próximo ao que o programa vai encontrar quando for usado por gente de todo mundo, daí a necessidade de se criar uma “mini Internet”.

A rede em que opera o IE Performance Lab é privada e conta com 140 computadores diferentes entre si que funcionam como um pouco de tudo o que há na rede mundial de computadores. São servidores de internet, servidores DNS, roteadores e emuladores de rede, estes servindo para simular diferentes cenários de conexão com a web. Dentre todas os PCs, 120 deles são dedicados apenas a testar o desmpenho do IE.
Testes e superinfraestrutura

Diariamente, são realizados cerca de 20 mil testes na rede, com mais de 850 métricas para para analisar o desempenho de um fluxo de dados de aproximadamente 480 GB no intervalo de 24h. As informações passam e repassam por 11 servidores (16 núcleos e 16 GB de memória RAM) e são armazenadas em um grande servidor SQL (24 núcleos lógicos e 64 GM de RAM). É a partir da análise de tudo isso que se identifica o que precisa ser melhorado.

A Microsoft parece realmente ter sentido os seguidos golpes que seu combalido navegador vem sofrendo de seus concorrentes e o IE parece estar recebendo uma atenção especial por parte da empresa. Agora, o que resta saber, como levantou o ExtremeTech, é se apenas melhorar a velocidade vai fazer com que o Internet Explorer volte a ser um navegador confiável e que possa fazer frente ao Chrome, ao Firefox e a outras novidades que possam surgir por aí.

Via Tecmundo

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